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BRASIL, Nordeste, GOIANA, Centro, Mulher, de 36 a 45 anos, Portuguese, Arte e cultura, Música
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 Mestre Cirandeiro Biloco      

                           

Dançando Ciranda!

                     

Agradecendo ao Mestre Biloco pela apresentação!                                 Alunas do 3º Periodo de pedagogia! Gente Valente!

 

Escrito por cristiansilvagoiana às 15h44 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Jornada Pedagógica - O Evento

A realização de nossa apresentação aconteceu dia 16/11 as 20 horas na escola Diogo Dias. Ao chegar lá nos deparamos com um local completamente despreparado para nossa apresentação, nem responsavel pelo prédio sabia da nossa apresentação o sensação que tive foi que nos colocaram ali por absoluta falta de respeito, pois durante o seminário e apresentação dos grupos culturais ninguém da direção apareceu, nem nossa chefe do departamento, percebi que todo nosso trabalho, árduo trabalho foi em vão, pois gastamos tempo, energia e recurso financeiro e não fomos prestigiadas para min ficou a lição que as pseudo defensoras de cultura e educação não são as professoras que nos ajudaram na construção do projeto, mas sim a instituição que não estava nem aí para nossa discussão dobre cultura e cidadania.Ficou também claro para min que está longe em que empresários entenderam a importância desse tema para educação, resta então agradecer a todas as minhas colegas que participaram e contribuiram para a realização do evento e esperar que a Faculdade de Goiana acorde pra temas tão importantes como Cultura e Educação.

Escrito por cristiansilvagoiana às 15h25 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Hoje vivi uma experiencia cultural, impressionamte.Fui visitar um local chamado Chã de Camará, no municipio de Aliança-PE onde fica localizado a sede do grupo cultural estrela de ouro, chegando lá fomos calorosamente recepcionados pelos representante daquele locaiscomo o Sr. Luiz caboclo,Zé Duda e Zé Lourenço, todos genuinos representantes da cultura local.Vimo a apresentação do Grupo:Cabras de lampião do municipio de Serra Talhada, que demonstrou lindamente o cultura daquele distante municipio.Mas pude ver a alegria também do cavalo marinho, e o quanto aquelas pessoas valorizam a cultuta popular.Vale ressaltar também a alegria do produtor cultural e nosso professor Afonso Oliveira.Que foi considerado por aqueles como um dos maiores incentivadores de cultura da região. Ao final da tarde pudemos constatar com alegria e orgulho que o povo de pernambuco, em especial da Mata Norte, é um povo que vive cultura, transpiram cultura e são a própria cultura e por iniciativa de produtores como Afonso estão conseguindo sobreviver de cultura.O que sinto?Um orgulho danado de ser pernambucana e está embora timidamente participando desse cenário como espectadora.Quem tiver a oportunidade de visitar Chã de Camará, faça, pois naquele rincão,um ligar espremido entre Condado e Aliança existe um povo que conta sua história com orgulho nos olhos e sorriso nos lábios.Visitem Chã de Camará - Aliança - Mata Norte de Pernambuco.

Escrito por cristiansilvagoiana às 20h20 [ ] [ envie esta mensagem ] []

O Projeto da Jornada Pedagógica

3º Período de Pedagogia

Tema: Curriculo, Planejamento e Cultura

Data: 16 de Novembro de 2010.

Local: Escola Diogo Dias

Hora: 19:30 as 21:30

Realização: Faculdade de Formação de Professores de Goiana (FFPG)

Departamento de Pedagogia

Coordenação: Profª. Ms Jeane Costa e  Profª. Ms. Maria da Conceição Tavares

Objetivo Geral

 

Relacionar as manifestações culturais ao currículo escolar incentivando à valorização da cultura e cidadania, promovendo a integração dos alunos com as diversidades culturais do município.

 

 

Objetivo Especifico

 

  • Incentivar o estudo das manifestações culturais do município como: ciranda, coco de roda e cavalo marinho inserido no contexto do currículo;

 

  • Representar através dos diversos tipos de danças populares as manifestações culturais da localidade;

 

  • Relatar a importância da cultura popular, demonstrando através de danças e manifestações da cultura popular.

 

 

Justificativa

 

O Projeto “Currículo, Planejamento e Cultura” surgiu após constatarmos que é necessário que haja mudanças na formação e identidade profissional dos educadores.Sabendo que é preciso reorientar o currículo buscando práticas mais consistentes com a garantia do direito à educação.

Ainda é inegável a pluralidade cultural do mundo em que vivemos e que se manifesta de forma impetuosa, em todos os espaços sociais inclusive nas escolas e nas salas de aula. Essa pluralidade frequentemente acarreta confrontos e conflitos, tornando cada vez mais agudos os desafios a serem enfrentados pelos profissionais da educação. No entanto, essa mesma pluralidade pode propiciar o enriquecimento e a renovação das possibilidades de atuação pedagógica.

A função da escola, da docência e da pedagogia vem se ampliando, à medida que a sociedade, sobre tudo, os educandos mudam, o direito a educação se alarga, incluindo o direito ao conhecimento e, sobretudo à cultura. O direito de se apropriarem das práticas e valores culturais, recuperando a cultura, tão secundarizada nos currículos, é uma das indagações instigantes para a escola e a docência. Recuperamos vínculos entre a cultura, conhecimento e aprendizagem. O sistema escolar, assim como a sociedade vai avançando para um ideal democrático de justiça e igualdade de garantia dos direitos sociais, culturais, humanos para todos.

 

Metodologia

 

  • Inicialmente os convidados serão recepcionados pelo staff do projeto, quando receberão a programação do evento via folder;

 

  • Abertura do Evento com relato histórico do Movimento de Cultura Popular e realising dos grupos culturais que se apresentarão no evento;

 

  • Apresentações de coco de roda, de ciranda e mostra de vídeo sobre o cavalo marinho;

 

  • Entre as apresentações serão realizadas contextualizações sobre os grupos de cultura popular e das manifestações culturais com o currículo;

 

  • Encerramento com uma grande ciranda;

 

  • Agradecimentos finais.

 

 

 

Avaliação de Resultado

 

·         Formativa: Se realizada através da construção coletiva do projeto

 

·         Dialógica: Se realizada através de debates e relatos e sugestões para construção do projeto.

 

 

 

Recursos:

 

·         Data-show;

·         CD;

·         DVD;

·         Som;

·         Telão;

·         Iluminação.

 

Agradecimentos

 

A Deus pela oportunidade da realização desse projeto, a FFPG pela oportunidade e a Coordenação do curso de Pedagogia pelo apoio e oportunidade de participar desse evento.Agradecemos as professoras: Jeane Costa e Maria da Conceição Tavares e toda turma do 3º Período de Pedagogia pelo empenho, participação e envolvimento nesse projeto.

 

 

 

Escrito por cristiansilvagoiana às 14h04 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Os brincantes da Ciranda

É muito comum na literatura brasileira a definição de ciranda como uma brincadeira de roda infantil. De fato, nas demais regiões do Brasil ela é um costume exclusivo das crianças. Porém, no estado de Pernambuco, trata-se de um folguedo original, contando principalmente com a participação dos adultos, que não excluem a criançada quando esta deseja entrar na roda.
Como o coco, ela é bastante comunitária, não tendo nenhum preconceito quanto ao sexo, cor, idade, condição social ou econômica dos participantes.
A Ciranda tem um “dono”, aquele que contrata o cirandeiro para puxar a ciranda no terreiro, no espaço próximo a sua casa. Esse “dono” da Ciranda é, quase sempre um comerciante que, enquanto lucra do “comes e bebes”, arrecada o pagamento do Mestre e sua orquestra que põe todos a cirandar.
Não existe limite numérico para esta brincadeira. Geralmente começa com uma pequena roda de poucas pessoas, que vai aumentando à medida que outros chegam para dançar. Estes "atrasados" abrem o círculo soltando as mãos dadas dos primeiros integrantes, inserem as suas e entram sem a menor cerimônia.
A saída do participante por cansaço ou por qualquer outro motivo ocorre da mesma forma, sem maiores satisfações. Se a roda atinge um tamanho que dificulte sua movimentação, forma-se outra menor no seu interior. O objetivo é a alegria de todo mundo!
Os integrantes das cirandas são denominados de cirandeiros e cirandeiras. Tradicionalmente, além destes últimos, compõem também o folguedo o mestre, o contra-mestre e os músicos, que ficam no centro da roda. Cabe ao mestre a responsabilidade de iniciar e comandar a animação, de tirar os cantos, de tocar o ganzá (mineiro), e de manter a ordem quando necessária. Ele utiliza um apito que fica pendurado no pescoço para auxiliá-lo nas suas funções. É o integrante mais importante e muitas vezes seu nome serve de identificação da ciranda (ex.: a ciranda de Baracho, a de Lia, etc.). O pesquisador Evandro Rabello revela que alguns deles aparecem munidos de umpedaço de pau roliço, de madeira forte, enfeitado de anéis, que fica debaixo do seu braço ou entre suas pernas. Este utensílio é chamado de bengala, e sua utilidade, segundo o autor, é servir de defesa em caso de um imprevisto. Não se encontra tal instrumento com as mestras, sendo isto motivo de gozação por parte das pessoas, pois dizem que ele é o "documento do mestre". O contra-mestre pode tocar tanto o bombo quanto o caixa. Ele substitui o mestre quando este está ausente.


Instrumentos

O ganzá, o bombo e o caixa, citados acima, formam o instrumental básico de uma ciranda tradicional. Às vezes, encontram-se ainda a cuíca, o pandeiro, a sanfona, ou algum instrumento de sopro. As músicas cantadas pelo mestre podem ser aquelas já decoradas (dele ou de outros mestres), improvisações, ou até mesmo canções comerciais de domínio público transformadas em ritmo de ciranda.


A Dança

Uma das cirandeiras mais famosas é Maria Madalena Correia do Nascimento, a Lia de Itamaracá. "Ciranda acompanha as ondas do mar, sempre com o pé esquerdo", diz Lia.
De mãos dadas, uma grande roda é formada por mulheres, homens, rapazes, moças e crianças. Enquanto movimentam o corpo, simulando o movimento das ondas do mar. Girando à direita, com os braços e pés em movimentos graciosos, todos ondulam os seus sonhos acompanhando as canções tiradas pelo Mestre que, quase sempre está no centro da roda ou lado. O Mestre Cirandeiro, também chamado de Puxador de Ciranda, é acompanhado por uma pequena orquestra que tem o ritmo marcado pelo zabumba e o tarol. Entretanto, é comum que esses instrumentos tenham a companhia de clarinete, trombone e piston. As pessoas repetem os versos do “puxador” da Ciranda.
Os passos da dança variam com a própria dinâmica da manifestação, não sendo portanto definitivos. Pode-se, porém, destacar os três mais conhecidos dos cirandeiros: a onda, o sacudidinho e o machucadinho. A brincadeira não possui figurino próprio, estando seus integrantes livres para utilizarem todo tipo de roupa. Ela pode ocorrer em qualquer época do ano, não existindo datas certas para sua realização, evita-se apenas os dias de festividades religiosas como quarta-feira de cinzas, finados, etc.
A Ciranda é a mais simples de todas as danças populares. Não requer prática, nem habilidade. Seu ritmo lento e suave permite também a participação de pessoas idosas e atrai crianças pela facilidade e singeleza. Dando oportunidade de expressão corporal até aos mais tímidos.

 

 

 

Escrito por cristiansilvagoiana às 13h57 [ ] [ envie esta mensagem ] []

De onde vem a ciranda?

Não se sabe ao certo a origem da ciranda. A maioria dos pesquisadores, segundo Severino Vicente da Silva, acreditam que a dança surgiu na Europa (em Portugal mais precisamente). Já outros historiadores acreditam que ela se originou a partir dos pescadores brasileiros que observando o balançar das ondas criaram um folguedo tentando imitar esses movimentos. Nas pesquisas realizadas sobre esse folguedo, verifica-se que seu surgimento no Brasil ocorreu, simultaneamente, tanto na zona litorânea de Pernambuco quanto em certas áreas, mais interioranas, da Zona da Mata Norte. Nos primórdios, o ambiente de apresentação restringia-se aos locais populares como as beiras de praia, os terreiros de bodega, pontas de rua, etc. Seus participantes eram basicamente trabalhadores rurais, pescadores, operários de construção, biscateiros, entre outros.


Significado da palavra

Etimologicamente, a palavra "ciranda" foi alvo de muitas interpretações. Para o padre Jaime Diniz, pioneiro no estudo do tema, ela é proveniente do vocábulo espanhol Zaranda, que é um instrumento de peneirar farinha daquele país e que teria evoluído da palavra árabe Çarand, como afirma Caldas Aulete no seu Dicionário Contemporâneo da Língua Portuguesa

Escrito por cristiansilvagoiana às 13h54 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Buscando e pesquisando a origem da ciranda

CIRANDA

Origem


"O século XIX foi o momento da invenção das nações e dos Estados contemporâneos e também das tradições que passaram a significar os povos que se reconheciam. Também o Brasil se definia como Estado, e o seu povo criou tradições que o tornaram reconhecíveis a si mesmo e às demais nações. País continente, o Brasil foi se reconhecendo nas múltiplas tradições que o compõem: tradições trazidas pelos portugueses encontraram e fecundaram com as putarias dos primeiros habitantes e com as tradições dos povos africanos. Em Pernambuco, região de mais antiga ocupação européia foi o local de nascimento de muitas tradições, na dança, na música, no teatro popular, na poesia de cordel e, como não podia deixar de ser nas artes ditas maiores, como a literatura poética e prosaica, na pintura, na escultura." (http://www.estreladeouro.org).


Escrito por cristiansilvagoiana às 13h52 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Convencido

Coco de Roda ( A dança do Interior do Nordeste)

Diante da beleza de sua dança e da força dos seus versos, muitos folcloristas traçaram definições a respeito do coco. A maioria concorda que ele foi primeiramente um canto de trabalho dos tiradores de coco, e que somente depois transformou-se em ritmo dançado. Uns afirmam que ele nasceu nos engenhos, indo mais tarde para o litoral, e espalhando-se posteriormente nos ambientes mais chiques. Outros, no entanto, dizem que ele é essencialmente praieiro, devido à predominância da vegetação de coqueiros encontrados nesta região.

Em relação ao Estado nordestino no qual teria nascido o coco a discordância ainda é maior. Alagoas, Paraíba e Pernambuco alternam-se nos textos existentes como prováveis "donos" deste folguedo. Mas afinal, qual seria realmente o seu local de origem ? Eis aí uma lacuna a ser preenchida por aqueles mais curiosos, interessados e com espírito descobridor. No meio de tantas dúvidas, uma coisa é certa: o coco tem origem é no povão! Sobre a sua forma de expressão, os pesquisadores 'definem' muitos 'tipos' de coco. Não seria muito confiável uma classificação diante da diversidade descrita por eles. O que observamos é que as variações do folguedo ocorrem pelas mudanças de nomenclatura de uma região para outra, por algum aspecto na dança e, principalmente, pela diferença na métrica dos versos que são cantados. Contudo, de maneira geral, o coco apresenta uma forma básica: os participantes formam filas ou rodas onde executam o sapateado característico, respondem o coro, e batem palmas marcando o ritmo. Muito comum também é a presença do mestre "cantadô". A festa sempre inicia quando ele "puxa" os cantos, que podem ser de improviso ou já conhecidos pelos demais.

O coco pode ser dançado calçado ou descalço. Ele não possui vestimenta própria. Para participar, as pessoas utilizam qualquer tipo de roupa.

Este folguedo, aparentemente, não possui datas fixas para sua realização, ocorrendo em qualquer época do ano, embora seja mais facilmente encontrado no período junino. Em seu aspecto musical, os instrumentos de percussão são predominantes. Ganzás, bombos, zabumbas, caracaxás, pandeiros e cuícas são os mais encontrados nas descrições dos folcloristas. No entanto, para se formar uma roda de coco, não é necessária a presença de todos estes instrumentos. A brincadeira muitas vezes acontece apenas com as palmas ritmadas dos seus integrantes. Dentre suas características mais gerais podemos destacar o seu espírito comunitário. Em um clima de muita alegria, homens, mulheres, crianças, de qualquer classe social, cantam, dançam e misturam-se sem nenhuma distinção. No que se refere às suas influências étnicas, a presença africana é clara, principalmente no ritmo, e em certos movimentos da dança. Encontra-se também uma forte contribuição indígena observada nos movimentos coreográficos, pois tanto a roda como a fileira são heranças dos nossos nativos.

 

 

Escrito por cristiansilvagoiana às 13h49 [ ] [ envie esta mensagem ] []

 

Jornada Pedagógica

 

3º Período de Pedagogia

 

Apresentação 16/11/2010

 

Tema Gerador: Prática Inclusiva no Contexto Social

 

Tema do Projeto: Currículo, Planejamento e Cultura.

 

Atividade: Aula Espetáculo.

 

Duração 4:00 horas/aula

 

Carga Horária: 16:00 horas/aula

 

Horário: 19:30 as 21:30

 

PALESTRA

 

Cultura Popular

 

Palestrante: Thiago Laranjeiras

 

Duração: 30 min.

 

DANÇAS

 

Coco de Roda

 

A história e os brincantes

 

Apresentação: 30min

 

Gidaí, Ana Paula, Claúdia, Sandra, Dionísia, Diana, Alessandra, Iolanda, Vanessa, Valdilene, Jaciara e Joselma.

 

CONTEXTUALIZAÇÃO SOBRE O CURRICULO:

 

Apresentação: Conceição, Thereza e Marilia. 20 min

 

CERIMONIAL

 

Apresentação: Cristian Silva 10 min

 

A HORA DA CIRANDA

 

Ciranda e Cirandeiros os brincantes da FFPG

 

Apresentação: Dávila, Rafaela, Hortência, Silvana e Thamara. 20 min.

 

AGRADECIMENTOS FINAIS

 

Apresentação: Maria José de Lima e Valcir. 10 min.

 

 

ELABORAÇÃO DO PROJETO

 

  1. Objeto do Projeto (O que é)

 

  1. Objetivo (Para quê): Responsáveis: Andréia Tenório, Dilane e Josenilda

 

  1. Justificativa (Por que): Responsáveis: Ana Claúdia, Wilma e Rosinete.

 

 

  1. Recursos - Responsáveis: Maria José, Selma e Sônia.

 

  1. Metodologia: Responsáveis: Edilene, Edith.

 

 

  1. Avaliação de Impacto; Responsáveis: Edvânia e Fabiana.

 

  1. Avaliação de Resultados: Responsáveis: Lucinéia e Severina.

 

 

  1. Orçamento: responsáveis: Maria José, Selma e Sônia.

 

 

COORDENAÇÃO GERAL

 

Professora: Ms. Jeane Costa

 

Queridas Amigas segue em anexo um texto sobre o movimento de cultura popular e educação.

 

MCP – MOVIMENTO DE CULTURA POPULAR

 

Criado no Recife em maio de 1960, quando o prefeito da cidade era Miguel Arraes, foi um movimento que teve como objetivo básico difundir as manifestações da arte popular regional e desenvolver um trabalho de alfabetização de crianças e adultos.

Seu ideário era, em resumo, “elevar o nível cultural dos instruídos para melhorar sua capacidade aquisitiva de idéias sociais e políticas” e “ampliar a politização das massas, despertando-as para a luta social”.

Na prática, esse trabalho era feito através de apresentação de espetáculos em praça pública; organização de grupos artísticos; oficinas e cursos de arte; exposições; edições de livros e cartilhas, etc.

O trabalho de alfabetização tinha à frente o jovem educador Paulo Freire, que foi um dos sócio-fundadores do movimento. Também integraram o MCP, intelectuais e artistas como Francisco Brennand, Ariano Suassuna, Hermilo Borba Filho, Abelardo da Hora, José Cláudio, Aloísio Falcão e Luiz Mendonça.

O MCP teve por sede o Sítio da Trindade, na Estrada do Arraial. Era uma entidade privada sem fins lucrativos e se mantinha através de convênios que, na prática, foram firmados quase que exclusivamente com a prefeitura do Recife e o governo do Estado.

Além de recursos financeiros, a prefeitura do Recife chegou a colocar à disposição do MCP 19 viaturas e 30 imóveis. O movimento contou com apoio da intelectualidade pernambucana e de facções políticas de esquerda tais como a União Nacional dos Estudantes (UNE), Partido Comunista Brasileiro (PCB) e outras.

Devido ao clima político da época, o MCP ganhou dimensão nacional e serviu de modelo para movimentos semelhantes criados em outros Estados brasileiros. Entre 1962/63, forças de direita tentaram sufocar o movimento e houve uma mobilização nacional em sua defesa: até mesmo o então Ministro da Educação, Darci Ribeiro, veio ao Recife apoiar pessoalmente o MCP e o considerou “um exemplo a ser levado a todo o País”. Com o golpe militar de 1964, o MCP foi extinto.

 

 

Escrito por cristiansilvagoiana às 21h57 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Dilma

O Brasil confirmou! Dilma a primeira mulher presidente do Brasil, com mais de 50 milhões de voto o brasileiro confirma que chegou a vez das mulheres.Nos resta agora é torcer para que ela saiba administrar o nosso país e que faça melhorias no governo, que avance e melhore em questões que o governo Lula não conseguiu.Que invista em educação, saúde e segurança pública.E que melhore a condição de vida de tantos milhões de brasileiros que ainda não conseguiram sair da linha da miséria.Ao Presidente Lula, resta agradecer por ter governado para o povo.Foi emocionante ver "um sapo barbudo" se transformar em um grande estadista.Ver um homem, um trabalhador, proveniente de familia humilde, retirante se transformar no maior estadista que esse país já teve.Mas ao se ler os resultados das eleições também vemos que a direita em nosso país ainda é muito bem articulada e que há ainda muitas pessoas que acreditam, pois o José Serra teve mais de 40 milhões de voto, mas quem sabe, com um bom governo que rezo pra que Dilma faça.Ela ( a direita) fique cada vez mais afastada do poder.Sei que parece ingenuidade minha, mas acredito que com mais educação, mais emprego e menos desigualdades o povo perceba que o modelo de governo que o país merece é o modelo que como diz a Constituição Federal: Um governo para o povo e com o povo.

Que Deus abençoe nossa Presidente!Que Deus abençoe o nosso país!

Escrito por cristiansilvagoiana às 20h48 [ ] [ envie esta mensagem ] []

È Domingo

Domingo é o dia que pode entrar na história do Brasil, o dia em que uma mulher disputa o mais alto cargo de país, que é a Presidência do Brasil, pela primeira vez na história da republica uma mulher com reais chances de ganhar as eleições, está na disputa, mas o que realmente é fantástico é que nós mulheres somos maioria no país e só agora uma representante do sexo feminino chega tão perto de tornar-se a primeira mulher presidente do Brasil, resta saber qual será a vontade e o desejo da maioria, pois países menores, menos desenvolvidos já tiveram e tem a experiencia de ter na presidencia uma mulher.Independente de partido, essa experiencia é imedita e mostra mais uma vez que nós mulheres não somos figuras coadjuvante já a um bom tempo, somos perfeitamente capazes de, por que não governar o nosso país. Acredito que essa hora se aproxima e mesmo não tendo votado em Dilma no primeiro turno votarei nela, neste domingo, não só por que é mulher, mais por que acredito, que suas propostas são válidas.No primeiro turno votei em Marina Silva, pois já ânsiava por uma mulher na presidência, e como ela não conseguiu chegar ao segundo turno transferi meu voto para candidata Dilma e espero que ela consiga a maioria e consiga eleger-se.O nosso país está preparado pra ser governado por uma mulher, já somos maioria há um bom tempo, já somos chefes e arrimo de família, somos mães, mulheres, avós, guerreiras e acredito que merecemos passar por essa experiencia de sermos governados por uma mulher.

Que Deus nos ajude! E que dê sabedoria(a armas dos fortes) ao povo brasileiro!

Escrito por cristiansilvagoiana às 21h44 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Jornada Pedagógica

Jornada Pedagógica da FFPG Goiana

Dias: 16 a 19 de Novembro

Horário: 19:30 as 21:30

Local: Sede da FFPG

          Anexo I (Diogo Dias)

          Anexo II (Marie Armelle)

Voçes não podem perder a oportunidade! Compareçam e nos prestigie!

3º Período de Pedagogia

Escrito por cristiansilvagoiana às 14h51 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Após uma instigante aula, da minha professora de tecnologias da Educação, estou eu aqui me aventurando e criando meu primeiro Blog! E o primeiro Blog agente nunca esquece.

Escrito por cristiansilvagoiana às 16h07 [ ] [ envie esta mensagem ] []